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Hipertensão: Saiba como evitar ou controlar o problema

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A Hipertensão afeta cerca de 25% dos brasileiros, ou seja, quase um quarto da população. A pressão alta é um dos principais problemas de saúde pública no país. E ele pode levar a uma série de outros, como o Acidente Vascular Cerebral (AVC) e o infarto.

Hoje, você vai saber um pouco mais sobre essa síndrome metabólica que faz subir os níveis tensionais no sangue e está, quase sempre, acompanhada por fatores como a obesidade.

A pressão alta é herdada dos pais em 90% dos casos. Nos demais, pode ser impulsionada por distúrbios da tireoide ou glândulas endócrinas, como a suprarrenal, por exemplo.

A idade também é capaz de elevar a chance de desenvolver Hipertensão.  Com o passar dos anos, as artérias vão perdendo seu poder de dilatação, ficam calcificadas. É o que se chama de vasos menos complacentes.

Porém, outros fatores influenciam os níveis de pressão. São eles: consumo exagerado de sal, colesterol desregulado, diabetes, estresse, bebidas alcoólicas, sedentarismo, tabagismo e sono prejudicado.

Em média, 70% dos adultos acima de 50/60 anos desenvolvem a Hipertensão, que pode ser dividida em três estágios:

Fase1: acima de 140 por 90/abaixo de 160 por 100
Fase 2: a partir de 160 por 100/abaixo de 180 por 110
Fase 3: hipertensão acima de 180 por 110

Quanto mais alta a pressão arterial, maior a probabilidade de uso de remédios para estabilizar o quadro.

As fases acima, somadas a condições como histórico de AVC e diabetes, indicam se o risco de morte cardiovascular do paciente é leve, moderado, alto ou muito alto.

hipertensão

Diagnóstico e controle da Hipertensão

Os sintomas da pressão arterial alta são: dor no peito, dor de cabeça, tontura, sangramento nasal, fraqueza, zumbido no ouvido e visão embaçada. O agravante é que eles só costumam aparecer quando a Hipertensão já se encontra em um nível mais adiantado.

O diagnóstico da Hipertensão é feito por meio de aparelhos manuais ou automáticos. Ou, ainda, através de equipamentos que registram em média 100 medidas de pressão a cada 24 horas.

Apesar de não ter cura para a pressão alta, é possível controlar essa síntese metabólica. Para isso, é indispensável o acompanhamento médico, que vai determinar o melhor jeito de tratar o problema.

O profissional de saúde define o tratamento a partir da análise de cada paciente, pois é preciso avaliar as comorbidades e os padrões da pressão.

Apenas um médico tem condições de escolher o medicamento ideal, a dosagem adequada e definir o tempo de duração do tratamento.

Se forem prescritos remédios, é importante tomá-los por completo, aderindo integralmente a eles, mesmo quando começar a sentir melhoras.

Os remédios mais utilizados no controle da pressão alta são:

  • Aldactone
  • Aradois
  • Atenolol
  • Atenolol + Clortalidona
  • Atensina
  • Besilato de Anlodipino
  • Captopril
  • Captopril + Hidroclorotiazida
  • Carvedilol
  • Concor
  • Diovan
  • Diurix
  • Doxazosina
  • Enalapril
  • Espironolacton
  • Furosemida
  • Hidroclorotiazida

evitar-hipertensão

No entanto, nem sempre é preciso recorrer aos medicamentos para controlar a hipertensão.

Mas se for o caso, o uso de medicação não exclui a importância de seguir um novo estilo de vida, mais saudável, fazendo alterações na forma de se alimentar e controlando o peso.

Utilizar outros temperos para destacar o sabor dos alimentos é uma dica para deixar a comida gostosa sem abusar do sal de cozinha.

E mais: praticar exercícios físicos com frequência, evitar alimentos gordurosos, ter momentos de lazer, não exagerar na ingestão de bebidas alcoólicas (de preferência parar com elas), largar o cigarro e controlar o diabetes também ajudam a afastar a hipertensão, ou pelo menos, reduzir as crises.


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